sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Discrição



II

Verme, estúpido, ignóbil por exelência
que todas as desgraças consigo traz.
Reinvindica: O direito natural a insolência
como recompensa por todo mal que faz....

Ah! Sempre dependendo da sorte
Ser imprestável, que a todos infortuna
tens como única heroína: a morte!
esta ladra, excelsa dama soturna.

Oh verme, maligno, podre, perverso
sobrevives na lama da causalidade
Nêutro acidental do universo
Escondes tua falsa moralidade

Realidade, a pior das farsas
que todas as suas veradades consomem!
Maldito, porque ainda disfarças?
Já sabemos, tu verme: é o homem!

2 comentários:

Anônimo disse...

Interessante!!! Com ressalva que há um certo carrego de pessimismo. Algo dá classe barroca.

Cy disse...

realidade crua :}

obg pelo elogio
mas n domino as palavras tanto cm vc...

e vc escreve MUITÍSSIMO bem ;*
beijos