
II
Verme, estúpido, ignóbil por exelência
que todas as desgraças consigo traz.
Reinvindica: O direito natural a insolência
como recompensa por todo mal que faz....
Ah! Sempre dependendo da sorte
Ser imprestável, que a todos infortuna
tens como única heroína: a morte!
esta ladra, excelsa dama soturna.
Oh verme, maligno, podre, perverso
sobrevives na lama da causalidade
Nêutro acidental do universo
Escondes tua falsa moralidade
Realidade, a pior das farsas
que todas as suas veradades consomem!
Maldito, porque ainda disfarças?
Já sabemos, tu verme: é o homem!
Verme, estúpido, ignóbil por exelência
que todas as desgraças consigo traz.
Reinvindica: O direito natural a insolência
como recompensa por todo mal que faz....
Ah! Sempre dependendo da sorte
Ser imprestável, que a todos infortuna
tens como única heroína: a morte!
esta ladra, excelsa dama soturna.
Oh verme, maligno, podre, perverso
sobrevives na lama da causalidade
Nêutro acidental do universo
Escondes tua falsa moralidade
Realidade, a pior das farsas
que todas as suas veradades consomem!
Maldito, porque ainda disfarças?
Já sabemos, tu verme: é o homem!

2 comentários:
Interessante!!! Com ressalva que há um certo carrego de pessimismo. Algo dá classe barroca.
realidade crua :}
obg pelo elogio
mas n domino as palavras tanto cm vc...
e vc escreve MUITÍSSIMO bem ;*
beijos
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