sábado, 10 de novembro de 2007

Ao Meu Destino







I


Sangüe, que abundante escorre

do verme ignoto que apodrece...

O impotente parasita que agora morre

ridículo, frustrado, maldito: Desvanece!


Infeliz, resto podre de carcaça

ignorado pelo o abutre e pelo o verme

nesta vida não importa o que faç

aJamais, ultrapassará seu estado de "ser' inerme


Não vencestes as quimeras do teu caminho

Maldito verme, que alguém deu a luz!

Inutilmente, sempre à vagar sozinho

Não foi por ti, que alguém morreu na cruz!


Súplicamos! Sê sensato verme: Morra!!!

Um comentário:

Marcela Beerli disse...

Que lindo seu bloggg :D:D:D
*-*
Continue escrevendo assim :]
Bjãoo