sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Discrição



II

Verme, estúpido, ignóbil por exelência
que todas as desgraças consigo traz.
Reinvindica: O direito natural a insolência
como recompensa por todo mal que faz....

Ah! Sempre dependendo da sorte
Ser imprestável, que a todos infortuna
tens como única heroína: a morte!
esta ladra, excelsa dama soturna.

Oh verme, maligno, podre, perverso
sobrevives na lama da causalidade
Nêutro acidental do universo
Escondes tua falsa moralidade

Realidade, a pior das farsas
que todas as suas veradades consomem!
Maldito, porque ainda disfarças?
Já sabemos, tu verme: é o homem!

sábado, 10 de novembro de 2007

Ao Meu Destino







I


Sangüe, que abundante escorre

do verme ignoto que apodrece...

O impotente parasita que agora morre

ridículo, frustrado, maldito: Desvanece!


Infeliz, resto podre de carcaça

ignorado pelo o abutre e pelo o verme

nesta vida não importa o que faç

aJamais, ultrapassará seu estado de "ser' inerme


Não vencestes as quimeras do teu caminho

Maldito verme, que alguém deu a luz!

Inutilmente, sempre à vagar sozinho

Não foi por ti, que alguém morreu na cruz!


Súplicamos! Sê sensato verme: Morra!!!

domingo, 4 de novembro de 2007

Bruna...

É preciso morte
para haver vida...

É preciso guerra
para ter paz...

É preciso sofrimento
para sorrir...

É preciso ódio
para amar...

É preciso morrer
para esquecer-te..

Emissimo...com diz: isa!


Razão.....

eu quero morrer não é pela a culpa dos meu atos.
eu já me condicionara a viver sem culpa.

eu quero morrer não por falta de dinheiro.
eu já me condicionara a viver sem recursos.

eu quero morrer não pela as minha expectativas frustradas.
eu já me condicionara a viver frustrado.

eu quero morrer não pelo o sofrimento da vida.
eu já me condicionara a viver sofrendo.

eu quero morrer não por sei insignificante.
eu ja me condicionara a ignobil.

eu quero morrer não pela a ausência de amor na minha vida.
eu ja me condicionara a viver sem amor.

eu quero morrer porque absolutamente não tenho nenhuma razão pra continuar vivendo.

REDIMIDO


Na cova, satisfaz sua voraz fome
Roendo minha carne quase apodrecida
O humilde verme agora consome,
O resquício fracassado deste infeliz suicída

Condenado a viver na profundeza
Este verme sozinho prefere ser,
Asfixia-se na amargura e na tristeza
Pois maior distração não pôde ter

Lúcio, divirto-me com a morte
Brincando com o verme coveiro
Que me faz sentir alegre e forte
Como o mais putrefato carniceiro.

Meu corpo ao decompor, tornou-se fecundo
Enquanto vivo, fora uma desgraça total.
Um ser demente, pobre, louco e imundo
Onde jaz, nasceu uma negra flor do mal..

HOMENAGEM PÓSTUMA




Entristecei moradores do inferno
Faleceu o verme; esta desgraça mortal!
Deitado em seu caixão, jaz o mal eterno.
Felizes proferem o discurso do funeral:

"Fracasso! Transbordou da tua história;
Andarilho a peregrinar moribundo
tu fost tão somente a escória
Que inutilmente vagou no mundo.

Meus pêsames nômade, tristeza foi sua cultura
Por onde passastes, deixou: dor, mentiras e sofrimento´
Imploramos! Contentas-te com esta humilde sepultura
Aonde a morte e a loucura, suplantarão nosso tormento."



VIAGEM




Negra, espessa, densa escuridão;
Preenches o enorme vazio da vida.
Legado vil e quimérico da solidão
Nos acompanha do berço a jazida

Este teatro feito de remorsos e purpurina
Foi, é, e continuará sendo um mistério
que apenas daremos valor no cemitério
Quando sua foice vem, e fecha a cortina

Ao nascer, ganha-se um passaporte
Com destino pré-escolhido, embarcamos!
Para uma breve viagem sem norte
Sem volta, sem escolha, naufragamos!

DESCRENÇA




Pusilânime sigo sobrevivendo
Antes infeliz que idiota
Porque ignorância se nota.
Já basta! Estou morrendo...
Quero nunca mais amar
O mundo não é um bom lugar.
Nele, velozmente estou perecendo..
Um lugar de cão onde irão me sepultar.
Frustrado sem rumo, sem norte
Caminho desesperadamente pra morte..
Olho pra frente nem esperança tenho.
Foram jogados na terra os sete "ais"
Felicidade fora meu grande empenho
Antes de me tornar filho de Satanás!

CaRoL

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CArOl..

A luz negra que te envolve, seduz!
Sombria qualidade dos poderosos.
Foges da normalidade que conduz
A velha monotnia dos bons piedosos!

Quem que lúcido profana
A beleza de sua mente insana:
Não sabe que vegeta nas garras da fera,
Que com a sua bestial felicidade prolifera.

Ninguém te odeia como eu!
Só eu sei te odiar e como te odiar.
Porque o ódio é vedadeiro! É meu!
Eu não me enagno! Sempre me engano ao amar....!

Não consigo sobreviver sem potência
Nem me libertar da sua má influência.
Mesmo que não entenda, Sinta!
Se tu não me amas, Minta!

Isethy



Isa

Quando o sofrimento a limita
Passas várias noites aflita.
Buscando o bem que deixou
Olha pra trás, onde nada restou!

Inda que exista possibilidade
Ah,você simplesmente não se importa
Sabe, que nunca encontrará felicidade
Mesmo que Iron Maiden cante na sua porta

Sentirei saudades dos nossos esbarros
Das vezes que tentastes matar-me de azia
Sentados na praça acendendo uns cigarros
Brigando com o vendaval que fazia...

Não quero cair no esquecimento
Ficar longe de ti, pode ser fatal!
Você, nem ligará pro meu lamento
Olhará para mim e dirá: _ Meu Pau!