sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

tão normal


Fuja em quanto há tempo!
Não é seguro ficar perto,
Do eu débil temperamento
Fuja, fuja, fuja. Sê esperto!

A insanidade é meu algoz
Minha marca de nascença.
Estás enganado não é doença.
Ela salva-me desta selva atroz

Dinheiro não traz felicidade
A fala dele também não, abismal!
Alienação fez-se necessária
De nada vale, a nefasta e suja moral

No mundo: tudo é aparência!
Querer ser honesto, verdadeiro...
...ser honesto, é entregar-se por inteiro
É a mais estúpida e ingênua demência!

Dos males que o homem se enaltece
A compaixão pelo o fraco, é a pior!
-De clêmencia, da miséricordia, ele carece-
Ter pena: É violenta-lo brutalmente melhor!

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