sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Carol


Odeio toda a mediocridade de sua essência
  • a insuficiência do seu ser feminino
  • a futilidade da sua vontade
  • a ignominiosidade do seu direito insolente
  • a sua mesquinha representação do mundinho a sua volta
  • a realidade patética que lhe cega
  • a frustração instantânea de estar a seu lado
Odeio o modo ineficaz como tenta modificar ou outros
Odeio em suma não te o sofrimento de te amar

tão normal


Fuja em quanto há tempo!
Não é seguro ficar perto,
Do eu débil temperamento
Fuja, fuja, fuja. Sê esperto!

A insanidade é meu algoz
Minha marca de nascença.
Estás enganado não é doença.
Ela salva-me desta selva atroz

Dinheiro não traz felicidade
A fala dele também não, abismal!
Alienação fez-se necessária
De nada vale, a nefasta e suja moral

No mundo: tudo é aparência!
Querer ser honesto, verdadeiro...
...ser honesto, é entregar-se por inteiro
É a mais estúpida e ingênua demência!

Dos males que o homem se enaltece
A compaixão pelo o fraco, é a pior!
-De clêmencia, da miséricordia, ele carece-
Ter pena: É violenta-lo brutalmente melhor!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

A pior do Mundo !



[Des]construção

"O seu sorriso tem todas as cores do mundo
Eu só consigo acreditar em algo bom
Quando você está do meu lado
E as tuas mentiras são as minhas verdades

E hoje tudo que possuo é sua amizade
Por que 20 minutos, são na verdade, 2 horas.
Que me importa família, dinheiro e Nietzsche?
Tenho dó dos que não te conhecem
Nas noites escuras, é o teu brilho que a lua reflete.

Quando me escondes na tua alma
A vida torna-se suportável
E sempre estaremos juntos
No Japão, em Marte ou no Inferno.

Tu me ensinas a profundidade
Das coisas mais simples
E as vacas que moram longe
Vão perdendo a importância."